segunda-feira, outubro 30, 2006

O Cúmulo da Falta do Que Fazer (e de higiene, também)

Estas são algumas instruções encontradas no site http://www.pea.org.br/cuidados/cuidados/aves.htm sobre cuidados para se tomar com , nada mais, nada menos, do que Pombas (urgh) :

"SEMPRE QUE ENCONTRAR UMA AVE, ADULTA OU FILHOTE, VERIFIQUE:

Bumbum:
Veja se não tem coco grudado, fechando o orifício anal, impossibilitando a saída das fezes. Se isso acontecer, coloque a bundinha da ave em uma aguinha levemente morna, espere um pouquinho e retire com cotonete. Depois, seque com um papel toalha ou guardanapo de papel SEM ESFREGAR e coloque HIPOGLOS. "




sexta-feira, setembro 22, 2006

Love Song for a Vampire

Annie Lennox

Come into these arms again
And lay your body down
For 'tis the rhythm of this trembling heart
Is beating like a drum.
It beats for you, it bleeds for you
It knows not how it sounds.
For it is the drum of drums
It is the song of songs.

Once I held the rarest rose that
ever deigned to bloom.
Cruel winter chilled the bud,
And stole my flower too soon
The loneliness, The hopelessness
to search the ends of time,
For there is in all the world
No greater love than mine.

Ohh Love, love..Oh love, love. oh love....Still falls the rain.

Ohh Love, love, love, love, oh love, love, oh love.... Still falls the night

Live on forever..Goodbye forever......


Let me be the only one
To keep you from the cold.
Now the floor of heav'n is laid,
With stars of brightest gold
They shine for you.
They shine for you.
They burn for all to see.
Come into these arms again
And set this spirit free.



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Uma semana de dor....

Hoje faz sete dias que Pelúcia foi brilhar em outros palcos.
A dor e a saudade são imensas mas busco (pra o meu próprio bem) pensar que tudo isso é temporário e que logo estaremos de mãos dadas novamente.
 
 
SLEEPING WITH GHOSTS

The sea's evaporated
Though it comes as no surprise
These clouds we're seeing
They're explosions in the sky
It seems it's written
But we can't read between the lines

Hush
It's okay
Dry your eye
Dry your eye
Soulmate dry your eye
Dry your eye
Soulmate dry your eye
Cause soulmates never die

This one world vision
Turns us in to compromise
What good's religion
When it's each other we despise
Damn the government
Damn their killing
Damn their lies

Hush
It's okay
Dry your eyes
Dry your eyes
Soulmate dry your eyes
Dry your eyes
Soulmate dry your eyes
Cause soulmates never die

Soulmates never die
Never die
Soulmates never die
Never die...

ALMAS GÊMEAS NUNCA MORREM!!! AMO VOCÊ, TUTU. AMO VOCÊ DE AMOR....




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quinta-feira, setembro 21, 2006

Como tornar-se um(a) alcoólatra em 3 lições

1a. GRANDE PREMISSA:
 
Cultive uma grande dor
 
 
2a. GRANDE PREMISSA:
 
Beba todos os dias para esquecer
 
 
3a. GRANDE PREMISSA:
 
Não esqueça.


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terça-feira, setembro 19, 2006

Can't Get You Off My Mind

Lenny Kravitz (para ouvir)

Composição: Lenny Kravitz

Life is just a lonely highway
I'm out here on the open road
I'm old enough to see behind me
But young enough to feel my soul
I don't wanna lose you baby
And I don't wanna be alone
Don't wanna live my days without you
But for now I've got to be without you

I've got a pocket full of money
And pocket full of keys that have no bounds
But then I think of lovin'
And I just can't get you off of my mind

Babe can't you see
That this is killing me

I don't want to push you baby
And I don't want you to be told
It's just that I can't breathe without you
Feel like I'm gonna lose control

I've got a pocket full of money oh yes I do
And a pocket full of keys that have no bounds
But when it comes to lovin'
I just can't get you off of my mind, yeaaah

Am I a fool to think that there's a little hope
Yeah yeahhhhhheee yeah
Tell me baby, yeah
What are the rules the reasons and the do's and don'ts
Yeah yeahhhhhheee yeah
Tell me baby tell me baby, yeah
What do you feel inside?



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segunda-feira, setembro 18, 2006

Pelúcia...

Love In The Afternoon

Renato Russo

É tão estranho
Os bons morrem jovens
Assim parece ser
Quando me lembro de você
Que acabou indo embora
Cedo demais

Quando eu lhe dizia:
-Me apaixono todo dia
E é sempre a pessoa errada,
Você sorriu e disse
-Eu gosto de você também.

Só que você foi embora cedo demais
Eu continuo aqui
Com meu trabalho e meus amigos
E me lembro de você em dias assim
Um dia de chuva, um dia de sol
E o que sinto não sei dizer.
(...)



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terça-feira, setembro 12, 2006

As mais mais de todos os tempos

Começa aqui, a partir de hoje, a grande premiação do Nome, a parada de sucessos da Andréa Muroni, o Top Ten da bagaceira.
 
Durante as próximas semanas (ou meses, quiçá), compartilharei com a legião de internautas que visita as dependências do Nome as mais impressionantes e incríveis manifestações de existência.
 
Pois, e lá vamos nós:
 
Artista mais mal vestido:
Falcão, do Rappa
 
Chamada de filme mais instigante da temporada:
Cante junto: " Adeus, e obrigado por todos os peixes", in O Guia do Mochileiro das Galáxias
 
Pior metáfora da música popular brasileira:
"Estava mais angustiado / que um goleiro na hora do gol", por Belchior
 
Pior metáfora da vida real:
"Seu Amor é como uma alcachofra: bonito, gostoso, mas eu não sei como comer"
 
Melhor nome de disco:
"O Silêncio que Precede o Esporro", o Rappa
 
Melhor disco ouvido desde 2005:
Mombojó
 
 
 


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quarta-feira, setembro 06, 2006

Da Série: Essas coisas só acontecem comigo

Eu, sinceramente, não entendo como se desenvolvem certas coisas. Assim: por que é que algumas catástrofes só esperam a gente sair de casa para que possam desabrochar em sua total exuberância?
Por exemplo, se você estiver usando uma lingerie inadequada no que tange ao tamanho ou com o elástico já um tanto quanto vencido, ela só adentrará o seu recinto glúteo quando você estiver no meio da rua, totalmente impossibilitada de trocá-la ou arremessá-la, amassadinha, no cesto de lixo mais próximo. Você pode pelintrar pela sua casa por hora e meia, nada acontecerá. É uma lei física, irrefutável e distinta.
Hoje pela madrugada deu-se o seguinte ocorrido comigo: morrendo de frio e, para variar, atrasada, saí à caça de uma meia-calça pra tentar proteger um pouco minhas canelinhas da geada latente. Como não houvesse encontrado nenhuma de todas as minhas duas meias, terminei por vestir uma 7/8 preta, com rendinha e tal. Como esta é uma meia que não uso propriamente no meu dia-a-dia, não atinei que ela pudesse ter algum problema e, tempos depois, saí para tomar o ônibus.
Aí, aconteceu: foi eu colocar o pé para fora do portão (e isso não é uma metáfora) que a meia direita caiu. Como estava atrasada, continuei seguindo, meio capenga, tentando levantar um pouco a tal, celular na mão, bolsa na outra, as coisas caindo. 30 passos à frente a meia esquerda também cai e, quando dou por mim, estou correndo pela avenida, com as rendas das meias arrastando pelo chão.
Agora, caso alguém possa, me diga, por que é que a meia não deu o menor sinal de que estava com o elástico solto enquanto eu fiquei em casa? Eu subi e desci escadas, eu beijei filhos e maridos (apesar do plural só tenho um de cada, viu?), andei pra cá, andei pra lá, e por que, meu deus, a meia foi cair bem no meio da rua?? Eu andei dentro de casa, eu andei, eu andei!!! Por que é que a andada na rua é diferente???
Maçada de vida.
 


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segunda-feira, setembro 04, 2006

As Mães Esquisitas das Minhas Amigas

PERSONAGEM DE HOJE: Hilda, a mãe da Fabi
 
Hilda: Que é isso tatuado no seu braço??
 
Andréa: Um vampiro.
 
Hilda: Nossa, que dente horroroso, né? (Hilda pensa um pouco e completa): - Escuta, porque você não manda tatuar um aparelho nos dentes dele?
 


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segunda-feira, agosto 28, 2006

Tomei o ônibus hoje pela manhã preparada para sofrer: uma prévia seleção mental das músicas que me fariam avaliar este último ano (everybody is changing and i don´t feel the same...) e meus óculos de sol grandes pra esconder o chororô depois que amanhecesse.
Estava animada com a perspectiva da sofridinha matinal e até pensei que, se pudesse, não chegaria nunca, passaria, sim, o dia inteiro viajando.
Qual o quê.
A pilha de meu bichinho acabou e a lente direita de meu óculos preferido caiu.
Só o meu desejo da demora na viagem foi realizado: a Marginal estava a hell hoje de manhã, o que não me adiantou muito pq, além de chegar atrasada, não pude fazer nada sem som.
É, pelo jeito vou ter de passar este aniversário feliz mesmo...


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sexta-feira, agosto 18, 2006

manquitolar

Coisas de Marcelo

(Quinta, final de tarde, voltando pra casa do Colégio)

Marcelo: Mãe, você tá triste, né?

Eu: Tô, filho. Tô triste por causa do Tio Arthur, porque ele está sofrendo e quando a gente gosta muito de uma pessoa, se ela sofre a gente acaba sofrendo junto.

20 segundos depois...

Marcelo (manquitolando): Ai, ai, ai, ai, ai

Eu: Que foi filho?

Marcelo: Meu pé tá doendo muito, o osso...ai, ai, ai, ai, ai

Eu: Desde quando?

Marcelo (fazendo com os dedinhos): Muito tempo...

Eu: Desde quando dói, filho?

Marcelo: Desde os seis anos.

(Ele fará nove em dezembro)

Eu (com cara de desconfiança e ironia): Desde os seis anos, Marcelo?

Marcelo (com cara de safadeza incorrigível): Tá, tá bom. Desde os sete.

Eu: Quando a gente está com o pé machucado, quanto mais a gente manca, mais o pé dói. Tenta pisar firme que passa.

Marcelo: Mas tá doendo muito. O pé, o cotovelo, meu pescoço, minha mão.

Eu: Então precisamos ir urgentemente ao médico. Vamos deixar estas compras em casa e vamos agora pro Hospital fazer umas radiografias e ver o que acontece com os seus ossos. Vamos!

Marcelo (parando de manquitolar imediatamente, como um passe de mágicas): Nossa mãe, seu remédio é bom mesmo. Eu parei de mancar e o meu pé sarou. Nossa, eu já tô bom de tudo.

Eu: É, sei. Meus "remédios" são bons mesmo...

(P.S. nesta "doença" ele e Tio Arthur são iguaizinhos mesmo. Sustentam o desvario até o fim e sempre tentam terminar a história com estilo. Sagitarianos...)



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quinta-feira, agosto 17, 2006

Que se danem os nós

Ana Carolina

Composição: Ana Carolina / Totonho Villeroy

Vim gastando meus sapatos
Me livrando de alguns pesos
Perdoando meus enganos
Desfazendo minhas malas
Talvez assim chegar mais perto

Vim achei que eu me acompanhava
E ficava confiante
Outra hora era o nada
A vida presa num barbante
E eu quem dava o nó (...)



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sexta-feira, janeiro 27, 2006

Se alguém, qualquer pessoinha me gostar um pouquinho, ouça essa música e me pense...

http://os-novos-baianos.letras.terra.com.br/letras/122201/

sexta-feira, janeiro 06, 2006

Acabo de descobrir que:

" Andréa,
Na sua outra vida, você era um tuaregue nômade que nasceu no
ano de 1372 d.C. na região onde hoje fica a Nigéria(...)"
Ahhhh.... isso explica muita coisa!!!!

quarta-feira, dezembro 28, 2005

Este mês Marcelo fez 8 anos.
Ensinei meu filho a ler, antes, a gostar de ler. Ensinei a Ele a gostar de Tim Burton e Johnny Deep. Ensinei a Ele que Chico Buarque é um gênio, que o vento nos acaricia, que Phillip Glass revolucionou a música erudita, que Bach falava com deus, assim como Monet e sua impressões; que a poesia é vital aos seres humanos e que Clarice Lispector é a Fada das Palavras.
A cada dia procuro ensinar a Ele que devemos amar e respeitar as pessoas por seu caráter e não por suas escolhas.
A cada dia digo a Ele que devemos ter responsabilidades e que devemos assumir nossas ações.
Marcelo é o ser mais carinhoso, amoroso e digno que conheço.
E não pelas coisas que ensinei, mas por tudo que Ele tem me ensinado.
A cada dia peço perdão por não ser uma mãe perfeita.
E agradeço a Ele por me ter salvo.
Por ter me dado coragem e motivo de, a cada dia, ser uma pessoa melhor. Não apenas para ele, mas para o mundo.

quarta-feira, novembro 30, 2005

Como saber se se está ficando velha...

Encontrar algo de que gostava na infância (como um jogo, por exemplo) na seção de “Clássicos”.

Nos embalos de sábado a noite

Noite de sábado. Neste exato momento estou passando por um drama terrível.
Após um breve cochilo, me dispus a reidratar meu corpo e, ao acender a luz, me deparei com uma gigantesca barata no telhado da escada, possivelmente alada.
Agora sou refém na torre, sem alimento ou água de procedência salutar que me sustentem. E o pior é que meu spray anti-dragões está no andar de baixo juntamente com minhas vassouras; e meu príncipe salvador, o grande Juá do condado de Casa Forte, ainda não chegou e não chega.
Espero, sinceramente, sobreviver a mais esta desdita.

segunda-feira, outubro 31, 2005

Sonho de uma noite de verão - W. Shakespeare

QUINCE — Está aqui toda a nossa companhia? (...) Aqui está o papel com a indicação do nome de todos os que em Atenas foram considerados capazes de representar o nosso interlúdio, diante do du­que e da du­que­sa, na tarde do dia do seu ca­sa­men­to. (...) Respondei à medida que eu for cha­man­do. Nick Bottom, tecelão!
BOTTOM — Presente. Dizei qual seja a minha parte e prossegui.
QUINCE — Vós, Nick Bottom, estais inscrito para o papel de Píramo.
BOTTOM — Quem é Píramo? Amante ou tirano?
QUINCE — Amante, que se mata ga­lan­te­men­te por questões de amor.
BOTTOM — Para sua execução será forçoso derramar algumas lágrimas. Se me toca esse papel, a assistência que tome conta dos olhos; provocarei tempestades, saberei de algum modo lamentar-me. Vamos aos outros. Contudo, ficaria melhor no papel de tirano; daria um Hércules de mão cheia, um rompe-e-rasga de partir um gato em dois. O pico furioso no mar estrondoso já vem tor­men­toso romper a prisão. O carro nitente de Fibo esplendente vencer não consente o fado bufão. Gran­dio­so! No­meai agora os outros comediantes. Essa é a ver­da­dei­ra dis­po­si­ção de Ercles, a disposição de um tirano. Um apaixonado é mais sen­ti­men­tal.
QUINCE — Francisco Flauta, re­men­da-fo­les.
FLAUTA — Presente, Peter Quince.
QUINCE — Tereis de ficar com Tis­be.
FLAUTA — Quem é Tisbe? Ca­va­lei­ro andante?
QUINCE — É a mulher que Píramo deve amar.
FLAUTA — Ora, por minha fé, não me deis papel de mulheres; a barba já me está a apontar.
QUINCE — Pouco im­por­ta; re­pre­sen­ta­reis de más­ca­ra, fi­can­do ao vosso arbítrio falar com voz tão fina quanto quiserdes.
BOTTOM — Se eu puder ocultar o rosto, dai-me também o papel de Tisbe; falarei com uma vozinha monstruosa: Tisne! Tisne! Ah, Píramo, meu grande amor! A tua querida Tisbe, a tua esposa idolatrada!
QUINCE — Não! Não! Re­pre­sen­ta­reis Píramo, e vós, Flauta, Tis­be.
BOTTOM — Está bem; prossegui.
(...)
QUINCE — Robim Starveling, tereis de fazer o papel da mãe de Tisbe. Tom Snout, caldeireiro. (...) Vós, o pai de Píramo; eu, o pai de Tisbe; a Snug, marceneiro, tocará o papel do leão. Penso que desse modo fica bem arranjada a comédia.
SNUG — Já está escrita a parte do leão? Se a tiverdes aí, dai-ma logo, por obséquio, que eu sou um tanto lerdo para aprender as coisas.
QUINCE — Tereis de representá-la ex tempore, por consistir tudo apenas em rugir.
BOTTOM — Dai-me, também, o papel de leão. Hei de rugir de maneira que ficarão comovidos os corações; hei de rugir de modo tal, que o duque exclamará: Que ruja outra vez! Que ruja outra vez!
QUINCE — Se o fizerdes por ma­nei­ra muito terrível, incutireis pavor na duquesa e nas demais senhoras, a ponto de soltarem gritos, o que seria mais que suficiente para nos enforcarem a todos.
TODOS — Para nos enforcarem. As nossas mães perderiam os filhos.
BOTTOM — Concordo, amigos, que, se de susto fizerdes as senhoras perder o juízo, só lhes restará a discrição de nos enforcar. Mas no meu caso agravarei de tal modo a voz, até rugir tão do­ce­men­te como uma pombinha mamante; rugirei como um rouxinol.
(...)