quinta-feira, julho 17, 2008

E O NOME É............

o tal, que eu queria e não tinha... o nome do blog era pra ser MY FUNNY VALENTINE, só que esse nome já estava registrado। No ar e sem receber posts desde 2002. Está lá, ainda...

Aproveitei e dei uma olhadinha: tem o Funny Valentine, sem post nenhum, só registrado। E o My Funny Valentina, do Chile. Depois vou até olhar.

Queria esse nome porque, primeiro, sou, sim, uma namorada divertida। Pode perguntar pro Jú, quem quiser (certo que, por vezes, a diversão beira o patético, mas...). Queria esse nome, também, porque AMO o nome Valentina. Como o coloquei, agora, na minha gatinha, fico um pouco mais feliz.

Bom, este é o ÚLTIMO POST deste blog। Foram 4 anos de bobagens, dores, coisinhas, meu diário, mesmo, de bordo. Ele permanecerá no ar, afinal, passado não se apaga. Mas, d agora em diante, eu estou aqui, ó:

muroni।wordpress.com

Obrigada a quem me visitou aqui e nos vemos em meu novo endereço।

Câmbio, desligando...

quarta-feira, maio 28, 2008

TREINAMENTO ANTES DE TER FILHOS

Não sei de onde surgiu esse texto, eu recebi por e-mail, mas é MUITO BOM!!!


"Para todos aqueles que já tiveram filhos (para lembrar) e para os que
pretendem ter (para pensar bem)...
O treinamento é grátis e DEVE ser feito por aqueles que pretendem ter
filhos!!!!!!
Exercícios práticos para treinamento de futuros papais e mamães (o
grau de dificuldade de cada exercício é equivalente a tratar de
uma criança com 01 (um) ano de idade):

- VESTINDO A ROUPINHA:
Compre um polvo vivo de bom tamanho e vá colocando, sem machucar a
criatura, nesta ordem: fraldas, macaquinho, blusinha, calça,
sapatinhos, casaquinho e toquinha. Não é permitido amarrar nenhum dos
membros.
Tempo de duração da tarefa: UMA MANHÃ INTEIRA.

- COMENDO SOPINHA:
Faça um buraquinho num melão, pendure o melão no teto com um barbante
comprido e balance-o vigorosamente. Agora tente enfiar a colherinha
com a sopa no buraquinho. Continue até ter enfiado pelo menos a metade
da sopa pelo buraquinho. Despeje a outra metade no seu colo. Não é
permitido gritar. Limpe o melão, limpe o chão, limpe as paredes,
limpe o teto, limpe os móveis à volta. Vá tomar um banho.
Tempo para a execução da tarefa: UMA TARDE INTEIRA.

- PASSEANDO COM A CRIANÇA:
Vá para a pracinha mais próxima. Agache-se e pegue uma bituca de
cigarro. Atire fora a bituca, dizendo com firmeza: NÃO!
Agache-se e pegue um palito de picolé sujo. Atire fora o palito,
dizendo com firmeza: NÃO! Agache-se e pegue um papel de bala. Atire
fora o papel de bala, dizendo com firmeza: NÃO! Agache-se e pegue uma
barata morta, dizendo com firmeza: NÃO! Faça isso com todas as
porcarias que encontrar no chão da pracinha.
Tempo para execução: O DIA INTEIRO.

- PASSANDO A NOITE COM O BEBÊ PARA ACALMÁ-LO OU FAZÊ-LO DORMIR:
Pegue um saco grande de arroz e passeie pela casa com ele no colo das
20 às 21 horas. Deite o saco de arroz. Às 22:00 pegue novamente o
saco e passeie com o saco até às 02:00. Deite o saco e você. Levante
às 02:15 e vá ver a Sessão Corujão porque não consegue mais pegar no
sono. Deite às 03:00. Levante às 03:30, pegue o saco de arroz e
passeie com ele até às 04:15. Deitem-se os dois (cuidado para não
usar o saco de travesseiro). Levante às 06:00 e pratique o exercício
de alimentar o melão.

Não é permitido chorar.

- GERAL
Repita tudo o que você disser (frases ou palavras), pelo menos cinco
vezes. Repita a palavra NÃO a cada 10 minutos, fazendo o gesto com o
dedinho. Gaste uma pequena parcela do seu orçamento (90%) com leite em
pó, fraldas, brinquedos, roupinhas. Passe semanas a fio sem transar,
sem ir ao cinema, sem beber, sem sair com os amigos.
OBS: Não é permitido enlouquecer!"

terça-feira, maio 27, 2008

Péरोलास दे बिब्लिओतेका

Quem trabalha com livros vez ou outra ouve disparates que fariam estrebuchar no túmulo até o mais calmo dos autores. Não que ouvir merda no trampo seja mérito exclusivo das bibliotecárias. Mas, como trabalhamos com livros e respiramos, o dia todo, essa aura de cultura, ficam mais gritantes estapafúrdias literárias como esta:

- Moça, uma amiga minha pegou um livro aqui e eu peguei dela e comecei a ler e não terminei. Será que você pode pegar pra mim?
- Claro, qual é o livro?
- “Olhai os Líricos do Campo”.

Imediatamente vislumbrei em minha cabeça dezenas de poetas vestindo calças brancas e batas de algodão, dando corridinhas seguidas de saltinhos em meio a um gramado florido.
Ou então, minutos após fazer o empréstimo do clássico Morte e Vida Severina, do João Cabral de Melo Neto, a figura que volta, toda nervosinha, batendo o livro no balcão:

- Você me deu o livro errado.
- Como assim? Que livro você queria?
- Esse mesmo, mas normal.
- Como assim “normal”???
- Normal, um livro normal, escrito normal, do jeito que a gente fala.
- Em prosa, você quer dizer?
- Quero um livro escrito do jeito que a gente fala.
- Mas Morte e Vida Severina é um poema...

Como explicar pra uma estudante de LETRAS, o que ela teria a obrigação de saber? Me pergunto o que essa figura fazia nas aulas de Teoria da Literatura (com o maravilhoso André Gomes, professor excepcional) que não sabia nem a diferença SEMÂNTICA entre prosa e verso. Decerto deveria ler algo bem normal como TiTiTi ou Minha Novela. Xucra.
Agora mesmo, enquanto escrevia esta breve narração para vocês, me apareceu um fulano:

- Vou levar esses dois livros.
- Me empresta a sua carteirinha, por favor?!
- Pode ser o vale-transporte?
- Pode! Pode se você for pegar um ônibus. Mas pra pegar os livros, preciso da sua carteirinha da biblioteca.

Trabalhar com livros é uma dádiva, inda mais pra quem Ama as palavras como se fossem amantes. O difícil é agüentar as pessoas que vão atrás dos livros e não lhes dedica a mesma veneração. Tipos que chegam, cheios de pose, pedindo “aquele livro do Machado de Assis... o John

quarta-feira, abril 16, 2008

POST PORTETOSO

Em animada palestra telefônica com meu irmão Júlio, expus a obsessiva perseguição da palavra portentosa à pessoa de minha mente. A título ilustrativo, repito que a mesma tem sambado em meus pensamentos, tendo, inclusive, ensaiado alguns passos de merengue e maxixe em total desacordo com minha tão reconhecida sobriedade.
Júlio, tentado pelas delícias da lingüística, pediu-me que não lhe revelasse o significado literal da palavra para que ele pudesse divagar a respeito.
Segue, a seguir, a descrição sumária que ele fez, com pouquíssima ajuda minha, diga-se, sobre sua interpretação de tal adjetivo: a mocinha portentosa (que, de início, diz Júlio não poder ser chamada assim pois seria redundância já que, portentosa traz em si incutida a pessoa da mocinha), enfim, a portentosa é uma moça baixinha, domadora de pôneis e que usa salto plataforma. Se eu direcionar a minha visão, que é diferente, mas se fizer de conta que estou vendo como ele vê, colocaria em suas mãos um chicotinho (para domar os pôneis de forma mais enérgica, caso seja necessário). Além do salto, que TEM de ser plataforma, ela é uma pessoa brava (mais um incentivo para o uso do chicotinho) e sempre, sem exceção, uma mulher. Discutimos, não mentirei, sobre a aparência do vulgo portentoso mas além da falta de graça do homem baixinho, montado num salto a domar pôneis, acresça-se aí o desagradável hábito de cuspir, visualizado de forma muito clara por meu imaginativo irmão. De minha parte, ele teria mullets e a plataforma estaria sob botas (permaneceria o chicotinho). Desta forma, achamos por bem que portentoso não existe, sendo palavra de uso exclusivo para mulheres (mas só para as baixas, de salto plataforma e domadoras de pôneis).
Muito me entristeceu ter de desvanecer nele imagens tão bem criadas e providas de tão ricos detalhes psicológicos e, inclusive, de vestuário, mas assim é a vida e a sintaxe está aí, para não me deixar mentir.
De acordo com Aurélio Buarque de Hollanda: “portento: sm. 1. Coisa ou sucesso maravilhoso. 2. Pessoa de inteligência incomum. [Sin. ger.: prodígio.] por.ten.to.so (ô) adj.”.
Como pode-se observar muito bem, não há qualquer menção aos saltos ou mesmo aos pôneis, sendo estes queridos ou não.
De minha parte devo dizer que considerei a significação da palavra muito de acordo com minhas expectativas, mas creio fazer-se necessária a criação de vocábulo que possa travestir imagem elaborada por pessoas tão portentosas como eu e meu querido irmão, a que, a meu ver, poderia ser chamada, sem prejuízo sintático e visual, de caranguejeira-anã, ou pseudo-labareda. A escolher.

sábado, fevereiro 09, 2008

Sorte do Orkut

A melhor de todas...

Sorte de hoje: Confiamos só em Deus; quanto aos outros, paguem à vista

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sábado, janeiro 26, 2008

Decepção semântica do ano de 2008: o ORNITORRINCO


Sei que está um pouco cedo e parece exagerado eleger algo para o ano todo ainda no mês de janeiro, mas o caso é grave, hão de me entender.
Na posse de minhas ignorâncias, já ouvira a tal palavra, ornitorrinco, diversas vezes, sabendo, inclusive, de um grupo de teatro lá das décadas de trás que se auto-denominavam como tal (se falei besteira, alguém faça-me o favor de corrigir). Porém, nunca me dera ao trabalho de ir ao dicionário ou ao google imagens para vê-lo já que, em minha cabeça estava muito definido que tipo de animal seria o ornitorrinco: grande, bem grande, um tipo de hipopótamo, com suas cargas de gordura e preguiças. Sim, pensei em chifres, mas não eram uma obrigação. Necessários eram o tamanho e a doçura. A gordura. Um elefante sem tromba, um mamute sem os pelos, não sei.
Então, assisto eu ao Acampamento de Lazlo (desenho animado do Cartoon, 6ª f, 19h) e descubro que Eduardo, um chato de galochas (não gosto muito dele. Adoro mesmo é o Raj, um lindo elefantinho com sotaque bemmm paulista {adoro sotaques em desenhos}), pois então, descubro que Eduardo, que para mim era um pato mal desenhado, é, na verdade, o tal do ornitorrinco.
Não sei porque fazem essas coisas com a gente. As palavras têm de servir, com perfeição, às imagens que representam. E, vamos e venhamos, ornitorrinco é uma palavra grande, teria a obrigação de representar um animal grande também.
E o que é, minha gente, na verdade o ornitorrinco?? Em minha avaliação plástica, diria que o ornitorrinco é um jacaré que foi a uma festa à fantasia vestido de pato e se esqueceu, devido a bebedeira, de tirar a tal da fantasia. Esqueceu de tirar justamente no dia em que os animais iriam vir para a terra, pro mundo começar. É que a festa era uma despedida do mundo que havia pro mundo que viria a ser (o nosso). Foi grande, a festa. E o tal, o ornitorrinco, chegou de manhãzinha, ainda chapado, na Arca de Noé e veio daquele jeito e assim ficou.
Não fosse o choque, eu Amaria o ornitorrinco. Tão desajeitado, com aquele bico enorme. Mas com esse nome...

quinta-feira, dezembro 20, 2007

Pode acender um bom defumador
Enche a casa de flor

QUE EU TÔ VOLTANDO!!!!!

sexta-feira, março 16, 2007

Coisas que atrapalham a vida divertida de um cronópio

Após 17 ansiosos dias, um cronópio faminto e comovido pode, finalmente, assistir ao desfile de papeizinhos numerados e coloridos ao que dirigiu-se, ao final do mesmo e sem demora, para a pastelaria mais próxima.

Após comer o seu pastel em bocadinhos pequenos e geométricos, cuidadosamente picotados com a pontinha de seus dedos, o pobrezinho dirigiu-se ao caixa para acertar as suas contas e proclamou com voz solícita e semi-envergonhada :

- O bacon está rançoso e meio embolorado mas os canudos são de extremo bom gosto, com cores que propiciam suaves e belas combinações.

E saiu orgulhoso de si, mas não sem antes perguntar se não tinham á venda pastilhas de sembei.




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terça-feira, dezembro 19, 2006

Da Série Diálogos Edificantes

And : Acabei de ler um livro sobre serial killers.

Edi, O Indomado : Credo, que coisa de mal gosto.

And : Não senhor, foi muito importante porque descobri que um serial killer pode ser uma pessoa qualquer que talvez você nunca nem desconfie que seja um doente do juízo. Tinha um lá que era super culto, inteligentíssimo.

Alguns segundos de raciocínio depois...

And : Edi, você é algum tipo de serial killer?

Edi, O Indomado : Eu?? É claro que não!

And : Tem certeza?

Edi, O Indomado : Andréa, se eu fosse um serial killer, com o tanto de raiva e vergonha que você me faz passar todo dia, pode ter certeza que eu já tinha te matado faz tempo.

terça-feira, dezembro 05, 2006

Prêmio IgNobel


A revista científica de humor(?) Anais da Pesquisa Improvável (www.improb.com) vem há 16 anos premiando com o IgNobel as mais bizarras e inúteis pesquisas científicas realizadas no corrente ano.

Desta feita, como este blog não poderia deixar de noticiar, a pesquisa supra sumo da estética, da necessidade e do bom gosto foi a realizada pelos kwaitianos Wasmia Al-Houty e Faten Al-Mussalam, os grandes ganhadores do IgNobel de Nutrição com o pertinente estudo sobre o sofisticado gosto dos besouros rola-bosta que escolhem criteriosamente as fezes que irão degustar.

Folgo em saber que há estudiosos tão obstinados, que se esmeram no estudo de temas que farão da minha, da sua, das nossas vidas, vidas melhores!!

 


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sexta-feira, dezembro 01, 2006

Campanha de Adoção

Eu, Andréa Muroni, maior de idade e fã do Wolverine, tenho o prazer de iniciar aqui uma campanha de alto nível de utilidade pública : a campanha Adote um Texugo.

Os texugos são animaizinhos deveras simpáticos que proporcionam ao seu dono muitas vantagens :

* constroem as suas próprias latrinas o que proporciona ao proprietário o inestimável conforto de não ter de se preocupar com a limpeza de dejetos; é o animal ideal para os preguiçosos ou pouco asseados;

* texugos comem de tudo : insetos, frutas, caracóis, minhocas, roedorzinhos, bolotas, cereais. Creio que uma dieta à base de Musli matinal proporciona incomparável brilho à sua pelagem exuberantemente monocromática.                                                                                   PS : durante a o inverno e a primavera, dê preferência a uma alimentação rica em artrópodes.

* são animais de hábitos noturnos, o que o torna multi-utilitário : para os insones pode ser um ótimo companheiro para as madrugadas acesas. Para os notívagos festivos, pode ser o diferencial de sua reuniãozinha de amigos pela exoticidade, além de um ótimo pretexto de aproximação para os mais tímidos :"você não gostaria de conhecer o meu texugo??" E ainda, para as pessoas de hábitos normais, pode servir como um ótimo animal de guarda, considerando-se que possui garras extremamente potentes;

* constroem suas próprias tocas : assim, você não precisa gastar dinheiro com casinhas ou almofadas acetinadas para o conforto de seu bichinho. Mas se você mora em apartamento, não fique triste; para tudo há uma solução!! Entre em acordo com o vizinho do andar de baixo e proceda à construção de uma galeria de terra que irá da sua sacada até a do vizinho. A melhor opção, neste caso, é o aluguel da sacada (sugerimos que por m2.) com contrato regularmente registrado no cartório mais próximo.

* depois de fecundada, a fêmea do texugo aguarda a melhor época para realmente proceder à gestação, buscando, desta forma, oferecer melhores condições de vida e educação para seu filhote (fico tão comovida com isso...).

* quando seu companheiro quiser dar um jantar para a família, você recepcionará em sua casa os mais adoráveis nomes do reino animal : lontras, arminhos e doninhas.

CUIDADOS COM O SEU TEXUGO

* Texugos enxergam mal, portanto, o seu veterinário deve, obrigatoriamente, ter especialização em oftalmologia;

* Procure não deixá-lo sentir-se ameaçado. Quando acuado, o texugo emite um odor, assim, digamos... mas as vantagens são maiores do que este pequeno dissabor;

* Mantenha-o com a coleira ao sair de casa, principalmente ao atravessar avenidas e estradas vicinais : uma das grandes causas de óbitos entre os texugos são os atropelamentos;

* Não deixe-o aproximar-se de nenhuma raposa; apesar da convivência pacífica entre ambos, o gás utilizado, pelos homens, para matá-la pode asfixiar seu companheirinho;

* tudo leva a crer que estas belezinhas enterram os seus mortos. Portanto, quando o texugo de sua vizinha vir a falecer, leve o seu mascote aos rituais fúnebres.

Os texugos estão incluíos no Anexo III da Convenção de Berna (inclui espécies cuja sobrevivência pode estar ameaçada se não forem tomadas especiais precauções). Por isso, não perca mais tempo : solicite agora mesmo o seu filhote de texugo em um dos países que lhe servem de habitat natural : toda a Euroásia temperada, exceptuando o Norte da Escandinávia e da Rússia, além de, obviamente, algumas ilhas do Mediterrâneo (ex: Creta).

Não seja um omisso com a natureza. Adote um texugo. Participe!



 


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quarta-feira, novembro 22, 2006

Da Série Diálogos Edificantes

And : Encontrei o bicho de pelúcia dos meus sonhos: um cachorro vesgo, com os dentes tortos e, o mais incrível, com um sapo montado nas costas.

Map: Como assim um sapo?

And: Um sapo montado. Costurado, veio assim da fábrica e tudo. Mas o sapo é normal.

Map: Deus meu! E quanto custa essa preciosidade?

And: R$46,00

Map: Puta, Andréa, que caro!

And: É, Marpessa, mas a gente tem de valorizar o insólito.

Map: E não é isso que a gente faz todo dia de manhã ao se olhar no espelho?



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segunda-feira, outubro 30, 2006

O Cúmulo da Falta do Que Fazer (e de higiene, também)

Estas são algumas instruções encontradas no site http://www.pea.org.br/cuidados/cuidados/aves.htm sobre cuidados para se tomar com , nada mais, nada menos, do que Pombas (urgh) :

"SEMPRE QUE ENCONTRAR UMA AVE, ADULTA OU FILHOTE, VERIFIQUE:

Bumbum:
Veja se não tem coco grudado, fechando o orifício anal, impossibilitando a saída das fezes. Se isso acontecer, coloque a bundinha da ave em uma aguinha levemente morna, espere um pouquinho e retire com cotonete. Depois, seque com um papel toalha ou guardanapo de papel SEM ESFREGAR e coloque HIPOGLOS. "




sexta-feira, setembro 22, 2006

Love Song for a Vampire

Annie Lennox

Come into these arms again
And lay your body down
For 'tis the rhythm of this trembling heart
Is beating like a drum.
It beats for you, it bleeds for you
It knows not how it sounds.
For it is the drum of drums
It is the song of songs.

Once I held the rarest rose that
ever deigned to bloom.
Cruel winter chilled the bud,
And stole my flower too soon
The loneliness, The hopelessness
to search the ends of time,
For there is in all the world
No greater love than mine.

Ohh Love, love..Oh love, love. oh love....Still falls the rain.

Ohh Love, love, love, love, oh love, love, oh love.... Still falls the night

Live on forever..Goodbye forever......


Let me be the only one
To keep you from the cold.
Now the floor of heav'n is laid,
With stars of brightest gold
They shine for you.
They shine for you.
They burn for all to see.
Come into these arms again
And set this spirit free.



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Uma semana de dor....

Hoje faz sete dias que Pelúcia foi brilhar em outros palcos.
A dor e a saudade são imensas mas busco (pra o meu próprio bem) pensar que tudo isso é temporário e que logo estaremos de mãos dadas novamente.
 
 
SLEEPING WITH GHOSTS

The sea's evaporated
Though it comes as no surprise
These clouds we're seeing
They're explosions in the sky
It seems it's written
But we can't read between the lines

Hush
It's okay
Dry your eye
Dry your eye
Soulmate dry your eye
Dry your eye
Soulmate dry your eye
Cause soulmates never die

This one world vision
Turns us in to compromise
What good's religion
When it's each other we despise
Damn the government
Damn their killing
Damn their lies

Hush
It's okay
Dry your eyes
Dry your eyes
Soulmate dry your eyes
Dry your eyes
Soulmate dry your eyes
Cause soulmates never die

Soulmates never die
Never die
Soulmates never die
Never die...

ALMAS GÊMEAS NUNCA MORREM!!! AMO VOCÊ, TUTU. AMO VOCÊ DE AMOR....




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quinta-feira, setembro 21, 2006

Como tornar-se um(a) alcoólatra em 3 lições

1a. GRANDE PREMISSA:
 
Cultive uma grande dor
 
 
2a. GRANDE PREMISSA:
 
Beba todos os dias para esquecer
 
 
3a. GRANDE PREMISSA:
 
Não esqueça.


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terça-feira, setembro 19, 2006

Can't Get You Off My Mind

Lenny Kravitz (para ouvir)

Composição: Lenny Kravitz

Life is just a lonely highway
I'm out here on the open road
I'm old enough to see behind me
But young enough to feel my soul
I don't wanna lose you baby
And I don't wanna be alone
Don't wanna live my days without you
But for now I've got to be without you

I've got a pocket full of money
And pocket full of keys that have no bounds
But then I think of lovin'
And I just can't get you off of my mind

Babe can't you see
That this is killing me

I don't want to push you baby
And I don't want you to be told
It's just that I can't breathe without you
Feel like I'm gonna lose control

I've got a pocket full of money oh yes I do
And a pocket full of keys that have no bounds
But when it comes to lovin'
I just can't get you off of my mind, yeaaah

Am I a fool to think that there's a little hope
Yeah yeahhhhhheee yeah
Tell me baby, yeah
What are the rules the reasons and the do's and don'ts
Yeah yeahhhhhheee yeah
Tell me baby tell me baby, yeah
What do you feel inside?



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segunda-feira, setembro 18, 2006

Pelúcia...

Love In The Afternoon

Renato Russo

É tão estranho
Os bons morrem jovens
Assim parece ser
Quando me lembro de você
Que acabou indo embora
Cedo demais

Quando eu lhe dizia:
-Me apaixono todo dia
E é sempre a pessoa errada,
Você sorriu e disse
-Eu gosto de você também.

Só que você foi embora cedo demais
Eu continuo aqui
Com meu trabalho e meus amigos
E me lembro de você em dias assim
Um dia de chuva, um dia de sol
E o que sinto não sei dizer.
(...)



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terça-feira, setembro 12, 2006

As mais mais de todos os tempos

Começa aqui, a partir de hoje, a grande premiação do Nome, a parada de sucessos da Andréa Muroni, o Top Ten da bagaceira.
 
Durante as próximas semanas (ou meses, quiçá), compartilharei com a legião de internautas que visita as dependências do Nome as mais impressionantes e incríveis manifestações de existência.
 
Pois, e lá vamos nós:
 
Artista mais mal vestido:
Falcão, do Rappa
 
Chamada de filme mais instigante da temporada:
Cante junto: " Adeus, e obrigado por todos os peixes", in O Guia do Mochileiro das Galáxias
 
Pior metáfora da música popular brasileira:
"Estava mais angustiado / que um goleiro na hora do gol", por Belchior
 
Pior metáfora da vida real:
"Seu Amor é como uma alcachofra: bonito, gostoso, mas eu não sei como comer"
 
Melhor nome de disco:
"O Silêncio que Precede o Esporro", o Rappa
 
Melhor disco ouvido desde 2005:
Mombojó
 
 
 


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quarta-feira, setembro 06, 2006

Da Série: Essas coisas só acontecem comigo

Eu, sinceramente, não entendo como se desenvolvem certas coisas. Assim: por que é que algumas catástrofes só esperam a gente sair de casa para que possam desabrochar em sua total exuberância?
Por exemplo, se você estiver usando uma lingerie inadequada no que tange ao tamanho ou com o elástico já um tanto quanto vencido, ela só adentrará o seu recinto glúteo quando você estiver no meio da rua, totalmente impossibilitada de trocá-la ou arremessá-la, amassadinha, no cesto de lixo mais próximo. Você pode pelintrar pela sua casa por hora e meia, nada acontecerá. É uma lei física, irrefutável e distinta.
Hoje pela madrugada deu-se o seguinte ocorrido comigo: morrendo de frio e, para variar, atrasada, saí à caça de uma meia-calça pra tentar proteger um pouco minhas canelinhas da geada latente. Como não houvesse encontrado nenhuma de todas as minhas duas meias, terminei por vestir uma 7/8 preta, com rendinha e tal. Como esta é uma meia que não uso propriamente no meu dia-a-dia, não atinei que ela pudesse ter algum problema e, tempos depois, saí para tomar o ônibus.
Aí, aconteceu: foi eu colocar o pé para fora do portão (e isso não é uma metáfora) que a meia direita caiu. Como estava atrasada, continuei seguindo, meio capenga, tentando levantar um pouco a tal, celular na mão, bolsa na outra, as coisas caindo. 30 passos à frente a meia esquerda também cai e, quando dou por mim, estou correndo pela avenida, com as rendas das meias arrastando pelo chão.
Agora, caso alguém possa, me diga, por que é que a meia não deu o menor sinal de que estava com o elástico solto enquanto eu fiquei em casa? Eu subi e desci escadas, eu beijei filhos e maridos (apesar do plural só tenho um de cada, viu?), andei pra cá, andei pra lá, e por que, meu deus, a meia foi cair bem no meio da rua?? Eu andei dentro de casa, eu andei, eu andei!!! Por que é que a andada na rua é diferente???
Maçada de vida.
 


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